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PROGRAMA PESCANDO
REVISTA ELETRÔNICA DA PESCA COM ISCAS ARTIFICIAIS
ed nº 037 - FEVEREIRO 2008
TÉCNICAS, ARTIGOS E LINKS

ARPIA, seja sócio...

Perguntas e respostas - POR QUÊ SER SÓCIO DA ARPIA?


A MAIOR PREMIACAO DA HISTORIA DA PESCA ESPORTIVA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, PARTICIPE CONFIRA

Na busca do constante aprimoramento da pesca esportiva e sabendo que um time só é formado tendo categoria de base forte, a ARPIA criou um circuito desembarcado de pesca esportiva. Com esta inciativa estamos abrindo um canal de acesso ao circuito ao mesmo tempo que repassamos aos participantes os conhecimentos dos melhores pescadores com iscas artificiais do Estado, quiçá do Brasil.

Como incentivo, a ARPIA vai sortear entre os participantes da desembarcado duplas para participar como avulsos e sem custos de inscrição ao maior circuito embarcado do Estado, cedendo-lhes barcos para essa experiência.

O Circuito desembarcado será composto por 4 provas e os participantes estarão o concorrendo a excelentes prêmios.

PRÊMIOS

Além de outros prêmios que serão sorteados aos participantes de ambas as categorias na festa de encerramento no final do ano, serão sorteados os seguintes prêmios exclusivos por categoria.

DESEMBARCADO

Um Barco Big fish 5016 Metal Glass
Um Reboque 5 metros Fortcar
Um Motor Elétrico
Um GPS

XII CGPIA - EMBARCADO -

Um Motor 15 hp Yamaha
Um Barco big fish 5016 Metal Glass
Um Reboque Fortecar 5 metros
Um Motor Elétrico
Um GPS


 

Torneio de Verão - Torres/RS

Torneio verão

No ultimo dia 09 de fevereiro, a ARPIA mais uma vez inovou com uma prova realizada em duas etapas no mesmo dia sendo a largada as 8:00h e término da primeira etapa ao meio dia, quando cada barco pode apresentar 2 exemplares de robalo que foram pesados.

churrascoDurante uma hora e meia, os participantes curtiram um churrasco e trocaram informações, momento esse que se tornou importante. Havia nesta prova 5 barcos estreantes com duplas que fizeram bonito navegando pela primeira vez no Mampituba. As duplas tiveram uma rápida orientação antes da largada: pesqueiros já conhecidos, forma de identificação de pesqueiros, tipo de iscas para a prova e material a ser usado.

O reinicio da prova se deu as 13:30 a pedido dos competidores que já tinham um objetivo: bater os dois peixes pesados por Oscar e Álvaro que pesou quase três quilos nos 2 peixes da manhã e a relargada ficou livre. Após o horario previsto os barcos partiam sem obedecer uma ordem de sorteio o barco da dupla Vlademir e Rafael que havia quebrado o motor e ainda na primeira parte da prova chegou rebocado pediu permissão para continuar mesmo só com o motor elétrico. Recebeu o ok e conquistou o 2º lugar. Isso prova que a potência dos motores não é fator fundamental na pesca do robalo.

Os participantes de Tramandai fizeram bonito e ficaram em 5º lugar. Nada mau para quem está estrando. Os outros barcos estreantes também cumpriram suas cotas, que para esta prova foi reduzido para dois peixes para dar equilíbrio maior na prova.

Curiosidade; um competidor que fazia dupla com Wilson popular Adolfo não resistiu as marolas de uma lancha e mareou passou mal e teve que desistir ficando em terra na parte da tarde.

No final da tarde e com as pesagens realizadas o resultado final da prova ficou assim:

premiação1º Oscar e Álvaro
2º Vlademir e Rafael
3º Cristiano e Leite
4º Jorge e Kelbi
5º Edroaldo e Clesio.

veja fotos

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ARTIGO

A DIVISA

por Jonas Silva

A represa da divisa faz parte de um complexo de captação e armazenamento de água do sistema salto; uma engenharia criada na década de 50 para garantir um nível de água capaz de gerar energia. Mesmo nos períodos de estiagem, as barragens acumulam 71.000.700 litros de água, sendo distribuídos da seguinte forma: 10.300.000 na barragem do salto, 50.000.000 no Blang e 11.400.000 na divisa que é a primeira barragem do sistema, a qual estivemos recentemente visitando, para conhecer um dos mais lindos e propícios lugares deste país para a prática da pesca esportiva.

O lugar é de difícil acesso, sendo necessária a utilização de um carro com tração nas 4 rodas e a velocidade média de viagem no trecho é de 20 km/h. A estrada contém muitos buracos e pedras, formando assim uma verdadeira trilha. Com muito cuidado, nossa equipe demorou cerca de uma hora e meia para fazer o percurso de 30 km. Estávamos com duas camionetes e dois barcos de alumínio de 5 metros - próprio para a pesca esportiva. Nosso objetivo era buscar a prática de diversos fundamentos na pesca de bass, e fomos desta vez muito felizes. O prêmio e a recompensa pelo cansaço da viagem surgiu já no domingo à tarde, tão logo chegamos à casa da família Lopes que nos acolheu por 2 dias, nos oferecendo todo conforto e liberdade para podermos fazer mais um trabalho sério e relatar ao leitor algumas informações valiosas sobre o bass.

Ao entardecer, a lâmina da água com muita vegetação, conhecida como labassa por alguns e, na região, chamada de boiadeiras. èÉ uma vegetação flutuante onde o bass costuma ficar nas partes fundas, por baixo da vegetação. Nesta situação usamos a modalidae chamada “no sinking” - linha de fluorcarbono, anzol e minhoca senko sem chumbo. Detalhe: a ponta do anzol espetando o corpo da minhoca, isso faz a minhoca deslizar sobre a vegetação sem enroscar, facilitando o trabalho de recolhimento.

Ao encontrar um buraco na vegetação, deixamos a minhoca parada; com isso ela afunda e então acontece o ataque do bass nas áreas mais limpas. Em frente a juncos ou boiadeiras, usamos o “wack”, modalidade muito produtiva em que o anzol circle hook também é usado sem peso. Com muito sucesso neste tipo de situação, usamos também “jig wac” e “down shot”, “carolina”, “texas” e por ultimo plugs como zaras. Isso se deve a uma barragem de 11.400.000 litros de água com diversas profundidades e tipos de estruturas, como locais com pedras, ponto excelente para pesca em locais com muitos tocos de árvores, que é preferido para a proteção contra os predadores. Afinal, julga os outros por si próprio, vive caçando para a sua sobrevivência e se esconde nesses locais para não virar a caça.

Na manhã do dia seguinte um belo nascer do sol já nos dá ânimo. Mais uma dica importante: teremos outro dia quente e com muita ação. Logo cedo saímos para nova investida e já nos primeiros pinchos aparecem os grandes astros, que só podemos ver com a capacidade e oportunismo de Peppe, que está cobrindo a pescaria da barranca. Com o olho sempre por dentro da lente, nos mostra um show de perícia e profissionalismo, que hoje registramos nesta edição de peixes fisgados e saltando, dando um espetáculo à parte, que quase sempre fica nas conversas em roda de amigos ou na memória de quem esta ali naquele momento. O dia segue e a captura dos bass também durante todo o dia.

Cai a tarde e é hora de regressar, após um intenso dia de pesca, cansados e com aquela estrada nos esperando. Ao sairmos da propriedade dos Lopes já anoitecia, e o plano era ir direto a Porto Alegre. Alguns km adiante, acabou furando um pneu, o que nos atrasou ainda mais. Coisa normal para aquela condição de estrada, mas mesmo assim, com tantas dificuldades e contratempos, ainda vale a pena por ter um paraíso que lhe dá condições de praticar no mínimo oito fundamentos de pesca de bass, e com sucesso.

Quero aproveitar essa oportunidade e agradecer a Revista Pesca e Cia, Alex Koike, Peppe Mélega, Ruy Varella, Paulo Oliveira e Cristiano Thissen. Em especial a Família Lopes, pelos momentos vividos em seu pedacinho de chão, que ficarão vivos na memória de cada um de nós. assim como não se apagam de suas lembranças a infância que viveram neste local e que até hoje, apesar de terem se tornado empresários nas suas vidas trabalhando mundo a fora, não esqueceram de cuidar e estão até hoje lutando pela preservação do local, cujo primeiro pescador a descobrir um peixe do qual sequer sabia o nome na época, foi o pai de vocês, e por isso entendemos o valor que esse pedacinho de chão do Brasil representa para vocês, e tenham a certeza que esta luta de preservação ao meio ambiente e a natureza vocês não estão sozinhos. Nós, que defendemos a pesca esportiva e o meio ambiente, carregamos em punho esta bandeira para poder continuar. É preciso conscientizar e preservar nossos valores.

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COPA BRASIL DE PESCA ESPORTIVA 2008

Agora é pra valer a COPA BRASIL DE PESCA ESPORTIVA já é realidade.

O evento que acontecerá em 2008 tem sua estréia prevista para os dias 19-20/04 em Torres com participacao de 15 duplas gaúchas, 15 paranaense e 15 paulistas.

As outras duas etapas serão em São Paulo na represa de Atibainha nos dias 14-15/06. O Paraná será a sede e fará o encerramento com suas etapas marcadas para os dias 19/09 em Antonina e 20/09 na represa do Capivari.

Só terao direito a participar do campeonato brasileiro os atletas inscritos no XII circuito CGPIA de 2008 para formação das duplas.

Maiores esclarecimentos na próxima terça-feira 15/01 na reunião semanal da ARPIA

 


GALERIA DE FOTOS

PAN Torres
Foto de Ruy Varella: Panorâmica de Torres

Copa Brasil Evinrude Copa Brasil Evinrude XIICGPIA Etapa4
Desembarcado
19/10/2008

Copa Brasil Evinrude
FINAL

XI ICGPIA
Etapa 4

Guaratuba 2008 Guaratuba 2008 Copa Evinrude
Guaratuba 2008
Guaratuba 2008
Copa Brasil Evinrude
Etapa São Paulo (2)
14 e 15/06/08
Copa Evinrude XII CGPIA Etapa 3 Desembarcado etapa2
Copa Brasil Evinrude
Etapa São Paulo
14 e 15/06/08

XII CGPIA
Etapa 3
17/05/08

I CGDIA - Desembarcado
Etapa 2
01/05/08

Copa Evinrude Copa Evinrude Desembarcado Etapa1
Copa Brasil Evinrude
Álbum RuyVarella
19/04/08
Copa Brasil Evinrude
Etapa Torres RS
19/04/08
I CGDIA Desembarcado
Etapa 1
06/04/08
XII CGPIA ETAPA 2 XII CGPIA ETAPA 1 Torneio Cidade de Torres
XII CGPIA Etapa 2
29/03/08
XII CGPIA Etapa 1
08/03/08
Torneio Cidade de Torres
01/03/08
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22/09/07
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01/09/07
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II Torneio Bass Beirada
18/08/07
IV Sul Brasileiro
18/07/07
XI CGPIA Etapa 4
16/06/07
Fotos da etapa III I Torneo bass de beirada Fotos da etapa II
XI CGPIA Etapa 3
21/05/07
I Torneio Bass Beirada
22/04/2007
XI CGPIA Etapa 2
21/04/07
Fotos da etapa I    

XI CGPIA Etapa 1
31/03/07

   


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